” (…) Por mais que eu não gostasse de minha covardia, de meu convencimento e de minha ambição, jamais deixei de me amar. Nunca houve a menor dificuldade nisso. De fato, a verdadeira razão pela qual eu odiava as más ações era que eu amava quem as praticava. Justamente porque me amava é que sentia tristeza em constatar que eu sou a espécie de homem que faz esssas coisas. Consequentemente, o Cristianismo não pretende que diminuamos nem um pouco o ódio que sentimos pela crueldade e pela traição. Devemos odiá-las. Não precisamos nos retrar de nada que tenhamos dito contra tais coisas. Mas o Cristianismo pretende que as odiemos do mesmo modo como odiamos as nossas próprias ações: ficando tristes pelo fato de alguém ter feito tais coisas e esperando, se for possível de alguma maneira, em algum tempo ou lugar, a cura para essa pessoa”
(C.S. Lewis, Cristianismo puro e simples, pensador cristão)
Cantinho da Reflexão
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